Palestra de saúde bucal alcança 180 adolescentes no Centro Juvenil Salesiano de Três Lagoas

O Centro Juvenil Salesiano Jesus Adolescente, em Três Lagoas (MS), recebeu na quinta-feira (26/02) uma palestra de saúde bucal destinada aos participantes do Eixo 1 do Projeto Gerando Futuro Três Lagoas. A ação, ministrada pela Dra. Gabrielle Wilke, aconteceu nos períodos da manhã e da tarde e reuniu cerca de 180 adolescentes. O projeto é resultado de uma parceria entre a Missão Salesiana e a Petrobras.
Higiene, prevenção e bem-estar como temas centrais
O encontro abordou a importância da higiene bucal, a prevenção de doenças e o cuidado pessoal como parte do bem-estar físico, social e emocional. A iniciativa buscou incentivar hábitos que fortalecem a autoestima e a qualidade de vida dos participantes. A adolescência constitui etapa de transformações biológicas, cognitivas e sociais, e os hábitos consolidados nesse período impactam a saúde ao longo da vida, o que confere papel estratégico a ações de conscientização nas políticas de promoção da saúde.
Doenças bucais entre os agravos mais comuns na juventude
A cárie dentária e a doença periodontal figuram entre os agravos mais prevalentes na população jovem. Ambas decorrem do acúmulo de biofilme dental, da ingestão frequente de açúcares fermentáveis e da higiene inadequada. Quando escola, família e serviços de saúde articulam campanhas educativas, ampliam o repertório informacional do adolescente e fortalecem a autonomia para o autocuidado.
Benefícios que alcançam a escola e o sistema de saúde
Ações sistemáticas reduzem índices de placa bacteriana, gengivite e halitose, e contribuem para a prevenção de lesões cariosas. Como consequência, diminuem dor, absenteísmo escolar e necessidade de procedimentos restauradores, o que reduz custos para o sistema de saúde e melhora indicadores epidemiológicos.
Sorriso, autoestima e vida social
A saúde bucal influencia a fala, a mastigação e a estética do sorriso, fatores que interferem na autoestima e nas interações sociais. Ao compreender essa relação, o adolescente tende a valorizar práticas preventivas não apenas por obrigação, mas pelo reconhecimento de benefícios concretos em sua vida cotidiana.






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