Colégio Dom Bosco faz “maratona” de estudos para o ENEM

O Colégio Salesiano Dom Bosco de Campo Grande abriu, no dia 3 de novembro, uma jornada que, se não promete o heroísmo das epopeias, guarda em si o ardor silencioso dos que se preparam para o futuro. Os alunos do segundo e do terceiro ano do Ensino Médio embarcaram nessa travessia, que seguirá até o dia 14. A meta, evidente e séria, é o ENEM, que, como os antigos oráculos, exige não fé, mas estudo e constância.
Primeira semana de revisão
Nos primeiros dias, o colégio voltou-se às Humanidades e às Línguas. As ciências exatas, sempre meticulosas e frias, cederam o espaço à Gramática, à Literatura, à Redação e às Atualidades. O turno da manhã tornou-se, então, um campo de palavras, ideias e contextos. Era preciso afiar o raciocínio, mas também a sensibilidade, pois a primeira prova do ENEM costuma medir mais o pensamento do que o cálculo.
Segunda semana de aprofundamento
Com a chegada da segunda semana, o pêndulo girou. O horário se inverteu, e as Ciências da Natureza e a Matemática retomaram o centro do palco. Os números e as fórmulas voltaram à cena, lembrando que o mundo, mesmo poético, obedece a leis exatas. Os professores acompanharam o ritmo dos alunos, e cada explicação parecia acender uma pequena luz sobre o desconhecido.
Encerramento e maratona especial
Na sexta-feira, 7 de novembro, o colégio marcou o encerramento da primeira etapa com a “Maratona ENEM 2025”. Durante uma hora, cada professor conduziu revisões, apresentou truques de questão e soprou lembranças de conteúdos que, por vezes, dormem esquecidos na memória dos jovens. Havia ali o espírito das antigas “aulas de véspera”, em que o nervosismo se misturava à esperança e cada detalhe parecia conter a chave do êxito.
Apoio e acolhimento aos alunos
Durante todo o período, o Colégio Dom Bosco acolheu os estudantes em tempo integral. As salas permaneceram abertas, os intervalos trouxeram um lanche e um respiro. A instituição cuidou para que o cansaço não vencesse o entusiasmo, e o ambiente serviu de refúgio contra a ansiedade que antecede o exame. Assim, entre cadernos, perguntas e silêncios, a juventude seguiu firme, como quem busca nas letras e nos números o desenho do próprio destino.
















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