
<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>metaverso</title>
	<atom:link href="https://missaosalesiana.org.br/tag/metaverso/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://missaosalesiana.org.br</link>
	<description>Salesianos de Dom Bosco</description>
	<lastBuildDate>Tue, 06 Jun 2023 13:38:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>

<image>
	<url>https://missaosalesiana.org.br/wp-content/uploads/2026/08/faviconV2.webp</url>
	<title>metaverso</title>
	<link>https://missaosalesiana.org.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>“Educar e evangelizar hoje no habitat digital” &#8211; Segunda Parte</title>
		<link>https://missaosalesiana.org.br/educar-e-evangelizar-hoje-no-habitat-digital-segunda-parte/</link>
					<comments>https://missaosalesiana.org.br/educar-e-evangelizar-hoje-no-habitat-digital-segunda-parte/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Euclides Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Sep 2022 13:42:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Família Salesiana]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[infosfera]]></category>
		<category><![CDATA[metaverso]]></category>
		<category><![CDATA[Padre Gildásio]]></category>
		<category><![CDATA[Roma]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.missaosalesiana.org.br/?p=41309</guid>

					<description><![CDATA[<p>(ANS – Roma) &#8211; No mês passado, apresentamos a nova série de artigos do P. Gildásio Mendes, Conselheiro Geral para a Comunicação Social, sobre o tema: &#8220;Educar e evangelizar, hoje, no habitat digital junto aos jovens, rumo ao futuro”. Dando continuidade a esta série de reflexões, hoje publicamos a segunda parte, na qual o P. Mendes convida [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://missaosalesiana.org.br/educar-e-evangelizar-hoje-no-habitat-digital-segunda-parte/">“Educar e evangelizar hoje no habitat digital” &#8211; Segunda Parte</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://missaosalesiana.org.br"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="itemIntroText">
<p><strong>(ANS – Roma) &#8211;</strong> No mês passado, apresentamos a nova série de artigos do P. Gildásio Mendes, Conselheiro Geral para a Comunicação Social, sobre o tema: <em>&#8220;Educar e evangelizar, hoje, no habitat digital junto aos jovens, rumo ao futuro”</em>. Dando continuidade a esta série de reflexões, hoje publicamos a segunda parte, na qual o P. Mendes convida a aprofundar a questão central desta nova série: como educar e evangelizar, hoje, no ambiente digital?</p>
</div>
<div class="itemFullText">
<p>Existe um novo habitat que envolve todos nós. O mundo está mudando rapidamente em razão de fatores como conexão digital, internet e inteligência artificial.</p>
<p>Estão ocorrendo transformações epocais, no que diz respeito ao paradigma e ao modo de funcionamento destes fatores, que moldam o mundo convergente que habitamos: elas se referem à forma como administramos o dinheiro, como compramos, como investimos, a segurança, o sistema de saúde, a forma como viajamos, o mundo da educação e do entretenimento. Em poucas décadas, o mundo presenciou uma profunda mudança de paradigma cultural e social, devido à tecnologia da informação, à Internet, às mídias sociais e ao smartphone.</p>
<p>Com o crescimento do mundo digital, é evidente que surjam alguns desafios em relação à segurança, à privacidade e, entre outros, devemos também lembrar da exclusão digital.</p>
<p>Em razão do mundo digital e virtual em que vivemos, em constante transição, hoje vivemos em um ambiente imersivo, onde temos nossos contatos, dados e informações para trabalhar, viajar e nos deslocar. Além disso, a robotização da sociedade é uma realidade concreta, seja nas grandes empresas de produção industrial como na automação de outros setores, como segurança e saúde.</p>
<p>A infosfera abre uma nova fronteira de grandes investimentos que sucede a era dos smartphones, criando a oportunidade de adentrar um mundo com diferentes dimensões temporais, psicológicas e sociais, ampliando a experiência da realidade dos relacionamentos. A infosfera (neologismo cunhado pelo filósofo Luciano Floridi) é um termo complexo.</p>
<p>Basicamente é o ambiente no qual o mundo real e o virtual se integram, onde o tempo e o espaço se entrelaçam e se confundem, criando uma interação entre o on-line e o off-line.</p>
<p>Este cenário também vê o crescimento dos setores da automação e das inteligências artificiais, da realidade virtual e da realidade aumentada. Neste encontro entre pessoas, tecnologia e ambiente imersivo, os aspectos da vida da pessoa e da sociedade emergem na esfera pública, tornando a infosfera uma realidade.</p>
<p>Quando usamos essa terminologia &#8211; realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR), Infosfera &#8211; é importante ter uma ideia sobre o que significa esta complexidade conceitual.</p>
<p>Através dos 5 sentidos, portanto por meio de nossas habilidades visuais, sonoras, sensitivas e da interação com dispositivos (instrumentos virtuais como, por exemplo, óculos 3D), podemos imergir em uma realidade presente-ausente para nós, podemos imergir (através dos sentidos) em diversas realidades interativas (formadas por pessoas e dispositivos).</p>
<p>Mais recentemente, Mark Zuckerberg anunciou que o Facebook se tornaria um Metaverso. Este é um termo criado pelo escritor de ficção Neal Stephenson, em 1992, simplesmente para dizer que existe um mundo virtual que pode ser habitado por avatares tridimensionais de pessoas reais.</p>
<p>Podemos dizer que o metaverso é um universo formado por várias dimensões em um universo paralelo. Além disso, na complexidade da comunicação que a infosfera nos apresenta, testemunhamos gradativamente a influência da cibernética, da biogenética, da biopolítica e da inteligência artificial, que formam, assim, um verdadeiro caleidoscópio do ambiente comunicativo, com suas diversidades e mudanças.</p>
<p>Como podemos notar, o digital pode se tornar muito complexo quando o inserimos na comunicação humana, interpessoal, comunitária e institucional. Além disso, há muitas maneiras de interpretar o fenômeno digital e o contexto sociocultural e econômico da humanidade.</p>
<p>A forma de interpretar o digital apresenta situações práticas que têm, e terão, consequências no presente e no futuro da humanidade.</p>
<p>Recentemente, alguns autores vêm propondo uma reflexão baseada no conceito de Antropoceno. O pressuposto destes autores é que nós, humanos, ao longo das últimas décadas e do desenvolvimento tecnológico, geramos um vasto e devastador impacto no planeta, alterando o meio ambiente de forma ampla e significativa, atingindo a fauna, a flora, os oceanos, os organismos e seu ambiente.</p>
<p>Estas mudanças afetam não apenas o sistema ambiental, mas também o complexo sistema global, a cultura, as relações humanas e a maneira de viver.</p>
<p>Apesar de algumas divergências entre os teóricos desta visão, há, atualmente, diversos os autores que afirmam que estamos vivendo uma nova era, que combinam estas mudanças ambientais e a nova forma de viver e conviver com as tecnologias e com o virtual. Massimo Rizzante, poeta, escritor e tradutor argumenta que a única religião que atualmente ainda resta no mundo é o progresso técnico-científico. Ele pergunta: estamos vivendo em uma sociedade pós-humana?</p>
<p>Outro conhecido autor, Thomas Eriksen, estudioso da sociedade da informação, faz uma afirmação que toca uma questão importante, que merece ser aprofundada: estamos vivendo uma “antropologia da mudança acelerada” uma sociedade “fora de controle”. No entanto, não parece simples sustentar uma antropologia das mutações do humano.</p>
<p>A comunicação virtual introduziu a pessoa humana em uma nova dimensão temporal e espacial, caracterizada por velocidade, instantaneidade e interatividade. Munido de um celular, qualquer adolescente de 13 anos é capaz de fazer um filme, editá-lo, publicá-lo na internet e nas redes sociais e até mesmo transformá-lo em um negócio, inclusive escondendo sua identidade, idade e origem.</p>
<p>Inúmeros estudos, publicados nos últimos 30 anos, abordam os aspectos psicológicos, filosóficos, sociais e educacionais do virtual. Existe um debate permanente que investiga se estamos realmente vivendo a primazia das tecnologias, se o mundo virtual está se tornando uma nova religião, se podemos continuar a viver imersos no habitat digital sem uma ética que nos ofereça segurança, liberdade, responsabilidade e justiça. A primazia das tecnologias.</p>
<p>Inúmeras também são as tentativas de diálogo, por exemplo, entre filosofia e virtualidade, psicologia e inteligência artificial, teologia e neurociência. Na minha opinião, é justamente neste ponto que este diálogo encontra grandes impasses e grandes desafios.</p>
<p>Por exemplo, a inteligência artificial dialoga muito bem com a neurociência, pois favorece a relação do cérebro humano com a lógica digital e virtual. Tal relação favorece a lógica da automação, mas se depara com um gravíssimo obstáculo ao livre arbítrio da pessoa, da consciência e da liberdade.</p>
<p>Para a antropologia, a filosofia, a psicologia humanista, cognitiva ou analítica, a liberdade, a consciência, o livre arbítrio, ou o papel do inconsciente no caso da psicanálise são elementos fundamentais das respectivas epistemologias. Descobrir a maneira de estabelecer um diálogo entre estas ciências, a neurociência e a inteligência artificial, será um grande desafio para o futuro.</p>
<p>Se por um lado há quem proponha uma visão de mutação humana na relação com a tecnologia (realidade aumentada, metaverso), por outro há quem seja muito crítico em relação à tecnologia, argumentando que o virtual nos leva a deixar de viver o real e que a tecnologia da informação é uma nova maneira de controlar as pessoas e a sociedade.</p>
<p>No próximo artigo, a terceira parte desta série, veremos que grandes desafios surgem nesse novo cenário digital. O grande desafio vem do fato que a tecnologia não é neutra. O virtual, de fato, emerge no contexto do complexo universo do desenvolvimento do capital, da política, das diversas ideologias de grupos, da dominação das empresas, que com seu capital e suas pesquisas detêm o controle da estrutura, organização e dos conteúdos da internet e das redes sociais. Além disso, tudo se conecta: o sistema tecnológico, o econômico, a saúde, a educação, a segurança e o conflito de interesses entre o Estado e as empresas.</p>
</div>
<p style="text-align: right;"><strong>P. Gildásio Mendes</strong></p>
<p style="text-align: right;">Conselheiro Geral para a Comunicação Social</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://missaosalesiana.org.br/educar-e-evangelizar-hoje-no-habitat-digital-segunda-parte/">“Educar e evangelizar hoje no habitat digital” &#8211; Segunda Parte</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://missaosalesiana.org.br"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://missaosalesiana.org.br/educar-e-evangelizar-hoje-no-habitat-digital-segunda-parte/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
